Capitulo 164:
Lua pov’s ON
Lua: Arthur... - suspirei
Arthur: Deixa vai...
Sorri pra ele, deixando claro a minha vontade, então ele abriu o fecho, deixando meus seios à mostra. Ele ficou meio encabulado,e eu olhei pro lado, com vergonha.
Sorri novamente envergonhada, e Arthur foi dando beijinhos do meu pescoço até meu colo. Eu suspirava e agarrava os cabelos de sua nuca com vontade, mas ele não parecia se importar muito com a força que eu estava usando. Depois de se deliciar em meus mamilos, ele foi descendo o beijo, beijando minha barriga e meu baixo ventre, até que tirou minha saia. Ele sorriu olhando pra minha lingerie, e a retirou de mim com os dentes. Naquele momento, eu já estava mais do que molhada, nenhum garoto nunca tinha me deixado daquele jeito.
Ele depositou um beijinho em meu clítoris, e eu puxei os cabelos de sua nuca com um pouco mais de força nesse momento. Ele deu uma longa lambida na minha virilha, me fazendo soluçar e gemer baixo. depois, enfiou sua língua em minha intimidade, me invadindo devagar, e eu senti que se eu morresse naquele minuto, eu teria sido a pesssoa que morreu mais feliz no mundo.
Ele chupava, lambia, mordia, beijava, fazia tudo que tinha direito na minha intimidade, até que teve uma hora que eu não aguentei mais, e sussurrei numa voz fraca e falhada, e duvidava que pedro ouvisse o que eu dizia com toda clareza, mas eu precisava dizer.
Lua: Eu quero voce, AGORA – disse e ele sorriu
Arthur sorriu, e tirando a própria roupa que ainda restava, pude perceber que ele estava quase tão excitado quanto eu. Ele rapidamente pegou seu membro e posicionou na minha entrada, fazendo com que eu desse um belo gemido de aprovação, e então ele me penetrou.
Eu senti que aquilo era o prazer de verdade. Nunca, nem nos maus mais completos devaneios, eu poderia imaginar que um dia eu ia sentir aquilo. O choque do corpo dele contra o meu era quase como uma súplica para que pudéssemos nos aproximar mais, o que claramente não era possível, a não ser que nos fundíssemos em um só ser. Arthur ia e voltava de dentro de mim, e cada estocada era como se fosse a primeira. Era como se a cada vez que eu sentisse a movimentação dentro de si, eu morresse por um nanosegundo e voltasse à vida.
Senti meu corpo se estremecer de uma maneira que eu nunca havia sentido antes, e senti minha intimidade se contrair com uma força absurda, e no momento seguinte eu percebi que eu havia tido um orgasmo, o orgasmo mais forte que eu poderia sentir. Pedro percebeu aquilo também, e no segundo seguinte, se derramou dentro de mim com uma força avassaladora. Ele sorriu pra mim, e se deitou ao meu lado, me abraçando e dizendo:
Arthur: Boa noite princesa
nossa,posta mais!!!
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